sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Muita honra em desapresentar o desperdiciodespersonismo de f.

Olá guardador de rebanhos
aí à beira da estrada,
Que te diz o vento que passa?
Que é vento, e que passa,
e que passou antes,
e que passará depois.
E a ti o que te diz?
Muita cousa mais do que isso.
Fala-me de muitas outras cousas.
De memórias e de saudades
e de cousas que nunca foram

Nunca ouviste oassar o vento.

O vento só fala do vento.
O que lhe ouviste foi mentira,
e a mentira está em ti.

Pronto.
F. persona Nirvaniou as palavras.
The Heart-Mind


3 comentários:

  1. Allan, escreves com uma leveza admirável... lembra-me (fiquei absorto, confesso) poemas de Nietzche!

    Fantástico!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. estou apaixonada. Post mais. Me add no msn claragmrs@gmail.com. Bji**s

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